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  • Home Office: desafios e como driblá-los

    Home Office: desafios e como driblá-los

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  • Boston x Los Angeles: qual foi o melhor intercâmbio?

    Boston x Los Angeles: qual foi o melhor intercâmbio?

    Em 2012 eu tive a oportunidade de morar em Boston por 5 meses, onde eu estudei inglês. Era minha primeira vez viajando totalmente sozinha, eu tinha 19 anos e tava muito apreensiva com o que viria pela frente.

    No começo desse ano eu tive a oportunidade de morar em Los Angeles e de fazer um curso rápido em uma universidade americana. Eu já tinha 25 anos, era casada e foi uma experiência totalmente diferente da primeira.

     

    Hospedagem

    Em Boston eu passei meu primeiro mês morando em um dormitório, dividindo quarto. Eu não gostei da experiência e achava o lugar muito cheio de brasileros e como eu tava lá para aprender inglês, resolvi ir para um quarto individual em uma casa de família. Melhor coisa que fiz tanto para o meu inglês tanto para conhecer pessoas de outros países.

    Em Los Angeles eu aluguei uma casa no airbnb com outros brasileiros. Como eu ia passar bem menos tempo do que em Boston (o curso só durava 3 semanas), eu não vi problema. Dividi o quarto com mais 3 meninas e foi uma experiência bem tranquila. Como a casa era grande, dava para ter privacidade e fizemos uma amizade muito legal lá.

     

    Estudos

    Quando fui para Boston, eu estudei inglês em uma escola de inglês de lá. Como eu tinha aprendido inglês em casa e sozinha, só com aquelas aulas do colégio, eu queria fazer um curso só de inglês e aproveitei e uni o fato de que queria fazer um intercâmbio a isso.

    Já em Los Angeles eu fui para estudar algo mais específico para a minha área. Eu estudei Design Thinking na California State University. Já foi uma experiência totalmente diferente, porque o inglês e os exercícios já eram mais avançados.

     

    Amizades

    Quando morei em Boston, eu tinha só 19 anos e uma cabeça mais influenciável, digamos assim. Acabei me deixando afetar por algumas pessoas um pouco “tóxicas”, mas também fiz umas boas amizades na casa onde morei. Eu não tive nenhuma amizade MESMO, daquela de sair junto e tudo mais, nesse intercâmbio de Boston, então acabava fazendo quase tudo sozinha mesmo, o que no começo foi um pouco difícil pra mim, mas depois fui me acostumando.

    Já na California a experiência em relação a amizades foi muito diferente. Fiz amigos maravilhosos na casa e na universidade. Até com a dona da casa rolou algo mais próximo também. Me aproximei muito principalmente do pessoal que morou na casa comigo e foi um dos momentos mais positivos desse intercâmbio.

     

    Perrengues

    Em Boston eu passei por alguns perrengues e que eu tive que me virar só mesmo pra resolver. Tive que ligar pra um lugar que tinha passado um valor duplicado no meu cartão de crédito para eles extornarem (daí vocês tiram o roteirinho que fiz pra poder falar tudo isso); fui bater do outro lado da cidade porque eu tinha machucado o pé e o plano de saúde me mandou pra um hospital lá nos cafundéu do judas onde fui super mal atendida e fui embora de tanta frustração e sem o atendimento que tanto precisava (mas depois tudo foi resolvido depois que liguei de novo pro seguro e aí eles remarcaram uma nova consulta em uma clínica mais perto); já me perdi no metrô.. menino, teve um bocado de perrengue.

    Ah, e eu tinha me machucado porque quando fui esquiar eu resolvi ir para a montanha mais alta, sendo que eu tava indo bem no ski mas era a primeira vez que tava esquiando, aí quando cheguei lá no topo e vi o quanto era alto, eu pensei: “já que to aqui né, vamo descer”. Pior coisa que fiz. Não dava 2 metros eu caía, meu ski saía, eu ficava lá de cara na neve enquanto um monte de criança de 5 anos passava voando no ski e eu lá no chão humilhada. Ainda bem que teve uma alma santa que me ajudou a descer a montanha. Ele foi segurando meus skis e eu fui descendo de lado com o apoio dos sticks (acho que é assim que fala).

    Na Califórnia foi mais tranquilo, até porque não passei tanto tempo para acontecer tanta coisa. O máximo que teve foi a gente ver que a casa ficava mais longe do que estávamos imaginando, então todo dia era uma boa caminhada até chegar na escola. De resto acho que não teve tanto problema não.

     

    Balanço geral

    Num geral eu acho que eu cresci muito mais no intercâmbio de Boston porque eu era nova, tava viajando pela primeira vez sozinha e tive que me virar sozinha com muita coisa, então acabei aprendendo e amadurecendo bastante.

    Já no da Califórnia eu acho que me diverti mais, justamente pela questão das amizades. Tivemos momentos muito divertidos e isso fez toda a diferença pra mim.

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  • Crises de ansiedade: o que eu estou fazendo para melhorar?

    Crises de ansiedade: o que eu estou fazendo para melhorar?

    Eu sempre fui daquele tipo de pessoa que sempre acha que o problema é maior do que realmente é. Por mais que eu tente, minha cabeça sempre prega peças em mim e eu acabo me preocupando demais com coisas muito pequenas.

    E quando eu menos percebo, lá estou eu tendo aqueles sintomas de sempre.. falta de ar, dores de cabeça, tontura, mãos suando.. é uma sensação horrível.

    Se você também sente isso, hoje eu quero compartilhar com você o que eu venho fazendo que tem me ajudado bastante a controlar um pouco mais essas crises.

     

    Meditação

    Meditar tem sido uma das coisas que mais tem me ajudado a controlar a ansiedade. Principalmente quando estou passando por momentos mais difíceis, meditar tem me ajudado demais a me acalmar, controlar a respiração e ver que dá pra lidar com tudo aquilo com mais serenidade.

    Gosto de meditar pela manhã, antes de começar a trabalhar. Às vezes medito quando estou muito agitada e não to conseguindo produzir nada ou quando estou sentindo que to ficando ansiosa. E às vezes eu medito antes de dormir quando bate aquela dificuldade de cair no sono.

    Geralmente quando faço isso, não dá nem 5 minutos e eu já to 😴

     

    Escrever

    Sempre gostei de escrever e retomar esse hábito principalmente quando a crise de ansiedade tá batendo forte, me ajuda a ver as coisas de fora, de um ângulo de espectadora. Depois disso, eu começo a me sentir muito melhor e sinto que minha respiração fica mais tranquila.

     

    Psicóloga

    Eu sempre tive preconceito com psicóloga, confesso. Mas nos últimos tempos, vendo o quanto eu andava com essas crises, eu resolvi dar uma chance. Tem sido bom, mas vamos ver nos próximos meses. Gostei muito da psicóloga que está me atendendo, ela é gentil, mas também bem firme nas palavras, o que me ajuda a me fazer pensar em várias coisas que não tinha pensado antes.

    Recomendo o livro MAKE PEACE WITH YOUR MIND. Foi uma leitura incrível e que me abriu muito a mente. Para comprar, é só clicar aqui.

    Bom, são essas três coisas que tem me ajudado bastante com minhas crises de ansiedade. E po  favor, gente, vamos distinguir ansiedades corriqueiras com crises de ansiedade. Eu sinto que as pessoas tem banalizado bastante a palavra ansiedade. Essas crises são coisas sérias e se você acha que tá sentindo sintomas parecidos, procure um médico especializado para te ajudar. É sempre importante assumirmos que estamos precisando de ajuda antes que as coisas piorem.

    Muito obrigada por estar aqui comigo e até a próxima!

  • 5 erros de quem faz intercâmbio

    5 erros de quem faz intercâmbio

    Para quem não sabe, eu tive a oportunidade de morar fora duas vezes. Morei 5 meses em Boston e 1 mês em Los Angeles. Foram experiências bem diferentes, mas que me fizeram crescer muito.

    E pensando sobre esses meus intercâmbios, eu decidi vir compartilhar com vocês 5 coisas que os intercambistas (e eu to inclusa nessa) fazem errado para que você não faça também!

    Andar com muito brasileiro

    Se tem uma coisa que me arrependo é do tanto que andei com brasileiro em Boston. Sim, eu era nova, insegura e estar com brasileiros é nossa zona de conforto, mas vai por mim: no fim, quando você o quanto você não avançou no idioma, você vai se arrepender de não ter se afastado mais dos brasileiros para poder praticar o idioma com outras pessoas (e realmente atingir seu objetivo com o intercâmbio).

     

    Falar “outro dia eu vou”

    Vai por mim: intercâmbio passa muito rápido, principalmente se você tá indo passar só 1 mês. Então APROVEITE. Saia para se divertir, saia para conhecer a cidade, para passear pelos parques. SAIA! Uma das coisas das quais eu mais me arrependo de ter feito quando estava em Boston foi a de ter ficado muito em casa e de “deixar pra depois”. Eu poderia ter aproveitado tão mais a cidade..

     

    Ficar perto de pessoas tóxicas

    SEMPRE tem aquele pessoal “popularzinho” e que passa aquele ar de superioridade nos grupos. Se afaste deles. Fique perto das pessoas com quem você se sente bem, com quem você troca uma energia boa. Seu tempo e os momentos que você viverá no intercâmbio são muito preciosos para gastar com pessoas que não agregam em nada.

     

    Não pesquisar diferentes pacotes em diferentes agências

    Quando fui para Boston, fui pela CI e gostei muito do serviço deles. Mas depois que voltei, percebi que tinha uma agência que tinha um programa de intercâmbio muito melhor do que o que eu tinha feito, mas como eu tava empolgada, acabei fechando logo sem nem pesquisar direito e ver todas as opções que eu tinha. Por isso, pesquise bastante e escolha o que for melhor para você (isso serve tanto para você que tá indo por agência ou não).

    Muito obrigada por estar aqui comigo e até a próxima!

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